Vou apostar no amor pra ver se dá sorte.
domingo, 21 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
A bride called Sun
If I was to tell the size inside of me
I should say it does not fit this tiny body
such a spacious thing. This morning
I watched the Sun rise up slowly
amidst the morning fog
As a groom whose bride's beauty
shines so high that
it has to be covered by a veil.
There I've seen her face behind the mask
of clouds in detail
The Sun shone through and I
saw her face directly
in a way she'd never let me.
I should say it does not fit this tiny body
such a spacious thing. This morning
I watched the Sun rise up slowly
amidst the morning fog
As a groom whose bride's beauty
shines so high that
it has to be covered by a veil.
There I've seen her face behind the mask
of clouds in detail
The Sun shone through and I
saw her face directly
in a way she'd never let me.
sábado, 28 de maio de 2011
moving house
Haviam caixas e coisas infinitas
espalhadas pela casa. Todas
contidas num índice
que expunha a fragilidade.
Assim, mesmo não sendo, foi minha
a tarefa de ordenar o caos
Separar, decidir o que vai
o que fica.
Dessa desgastante equação
quis queimar tudo: incógnitas
e coeficientes; me livrar da dúvida,
e da falsa idéia de escolha.
Não foi assim. Ficaram os livros, coisas
um quarto sem ninguém.
Ficou a memória dos dias de amor
e dos dias sem.
Na nova casa o que foi projeta sombras
no que quer vicejar.
O que é construído e não se completa
torna-se um um fardo, sufoca o respirar.
Remanescentes da casa antiga na casa nova,
que nao é minha, tampouco a nossa
avivam na memória fantasmas
que eu queria esquecidos.
O que nenhum de nós disse aqueles dias anunciaram,
com a ausência de respostas, na desolação da partida
em toda a raiva contida e toda a saudade quase exposta
Que o fim que nos perseguia, ali, derradeiro nos alcançava.
espalhadas pela casa. Todas
contidas num índice
que expunha a fragilidade.
Assim, mesmo não sendo, foi minha
a tarefa de ordenar o caos
Separar, decidir o que vai
o que fica.
Dessa desgastante equação
quis queimar tudo: incógnitas
e coeficientes; me livrar da dúvida,
e da falsa idéia de escolha.
Não foi assim. Ficaram os livros, coisas
um quarto sem ninguém.
Ficou a memória dos dias de amor
e dos dias sem.
Na nova casa o que foi projeta sombras
no que quer vicejar.
O que é construído e não se completa
torna-se um um fardo, sufoca o respirar.
Remanescentes da casa antiga na casa nova,
que nao é minha, tampouco a nossa
avivam na memória fantasmas
que eu queria esquecidos.
O que nenhum de nós disse aqueles dias anunciaram,
com a ausência de respostas, na desolação da partida
em toda a raiva contida e toda a saudade quase exposta
Que o fim que nos perseguia, ali, derradeiro nos alcançava.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
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